Memórias de WrestleMania: por Nícolas Andrade do WWE RS

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O projeto Memórias do WrestleMania foi um dos primeiros que pensei logo que tive a ideia de começar a escrever sobre a WWE. Eu tive dois intuitos quando criei o WWE RS. O primeiro era poder escrever sobre um assunto que acompanho desde criança. O segundo foi poder conversar, trocar figurinhas e colaborar de alguma forma com quem já falava sobre o tema aqui no Brasil.

Minha memória de WrestleMania vai na linha da importância que o WWE RS hoje tem pra mim. Eu poderia escolher alguns épicos antigos, mas optei por pegar um momento que marca muito bem a história deste site.

Em 2017, quando eu criei o WWE RS, eu vinha de cinco anos tocando um projeto de UFC na Rádio Gaúcha. Eu aprendi muito, estive com caras como Jon Jones e Fabrício Werdum. Tenho muito orgulho dos posts, vídeos e podcasts da época. Quando o projeto acabou eu senti um vazio. Foi aí que ouvi alguém comentar do Royal Rumble de 2017. Eu estava bem afastado da WWE, muito pelo foco no UFC. Eu confesso que não fazia ideia de quem eram Enzo Amore, Baron Corbin e Tyler Breeze.

Assisti ao Royal Rumble. Assisti à WrestleMania. E foi na hora que o New Day anunciou a entrada de Jeff e Matt Hardy no combate pelos títulos das duplas do RAW que eu pensei: “Oi, sumida, estou de volta”.

O grito que aquele público deu quando tocou a música dos Hardy Boyz me fez pular da cama e ficar de pé. Eu torci como nunca, mesmo já imaginando o resultado. Aquilo foi sensacional. O documentário futuro sobre o combate, então, só me deixou com mais hype sobre o que aconteceu naquele dia.

Meu time no Fifa é o Hardy Boyz FC, para se ter uma ideia.

Eu precisava voltar a acompanhar de perto Jeff e Matt Hardy.

Comecei a seguir perfis que tratavam de WWE e a minha veia jornalística explodiu. Eu precisava começar o projeto. Poderia ter começado em abril mesmo, mas me sentia inseguro. Tirei os primeiros meses para estudar. Vi a maioria dos eventos que eu tinha perdido. Li sobre os lutadores que eu não conhecia e tratei de me inteirar sobre as histórias que eu perdi.

Assim nasceu o WWE RS. Nós entramos no ar em agosto de 2017 e eu ainda estava bem receoso, confesso. Só dava a opinião na hora que tinha certeza. Mas a coisa foi evoluindo, vieram os artigos na Zero Hora e hoje aquela mesma empolgação que eu tinha ao assistir o SBT, está presente nos shows atuais com a alegria de poder ter escrito algumas coisas que considero muito legais sobre o assunto.

Chegando na nossa WrestleMania de 2019 posso dizer que o “Memórias” atingiu 150% do seu objetivo. Foi muito além do que eu esperava. Cada parceiro que dispôs um pouco do seu tempo para relembrar um momento marcante de sua vida e cada leitor que tirou uns minutos para ler esta história me trouxe um sentimento de muito orgulho por colaborar com a comunidade da WWE no Brasil.

Aquele site que foi idealizado no momento em que Jeff e Matt conquistaram seus cinturões hoje é motivo de muito orgulho.

Obrigado, Matt, Jeff, e todos vocês que acompanharam o “Memórias de WrestleMania”.

Confira todos os capítulos do especial Memórias de WrestleMania

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